Ana Cristina Mendes
A Poética do Corpo e da Paisagem
Uma jornada imersiva pela arte de Ana Cristina Mendes, onde corpo, paisagem e ancestralidade
se entrelaçam em fabulações poéticas. Descubra a beleza e a profundidade de suas obras.
Mulhertecida, 2024
O Corpo como Tecelão de Memórias
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Em "Mulhertecida", Ana Cristina Mendes nos convida a uma videoperformance e fotoperformance que transcende o convencional. Um corpo híbrido se torna o próprio tear, entrelaçando paisagens e memórias em brocados visuais e sensoriais.
A obra é um convite à reflexão sobre a construção da identidade e a conexão intrínseca entre o ser e o ambiente. Cada movimento, cada imagem, é um fio que compõe uma narrativa rica e evocativa.
Mulherriotecida, 2023/2024
Diálogos com a Ancestralidade Fluvial
Rio Jaguaribe, Ceará
A performance no Rio Jaguaribe, Ceará, mergulha nas águas do tempo, explorando a força e a sabedoria das ancestralidades. O corpo se funde à paisagem, revelando um ritual de conexão profunda.
Macedônia
Na Macedônia, a obra se expande, abraçando novas geografias e culturas, mas mantendo a essência da relação corpo-paisagem. Uma jornada que celebra a universalidade da ancestralidade.
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Bichos do Rio, 2024:
Esculturas de um Mito Vivo
A instalação "Bichos do Rio" é um convite a adentrar o universo mítico do Rio Jaguaribe. Com 33 esculturas, Ana Cristina Mendes dá forma aos fragmentos de um mito vivo, habitado por criaturas que emergem das profundezas da memória e da imaginação.
Tecido-Rio, 2023
O Rio como Tecido de Memórias Femininas
"Tecido-rio" é uma instalação e vídeo que aborda o rio não apenas como um curso d'água, mas como um intrincado tecido de memórias femininas e deslocamentos. A artista tece narrativas visuais que exploram a fluidez da identidade e a força das conexões com o passado.
A obra propõe uma imersão na subjetividade feminina, revelando as camadas de histórias que cada rio guarda em suas margens e em suas águas.
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Mar-Tecido, 2015
Fabulações Ancestrais e Memória Líquida
O Vestido-Mar
A performance "Mar-tecido" apresenta um vestido que se transforma em mar, simbolizando a vastidão da memória líquida e as profundezas das fabulações ancestrais. O corpo se dissolve e se reconecta com a imensidão oceânica.
Imersão na Ancestralidade
Esta obra é uma ode à ancestralidade, convidando o público a uma imersão nas narrativas que fluem através das gerações, assim como as águas do mar. Uma experiência que evoca a conexão primordial com a natureza.
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Sertão de Fora, 2017-2022
Diáspora e Resistência
Em "Sertão de Fora", Ana Cristina Mendes expande sua pesquisa para além das fronteiras, com instalações, ações e performances que perpassam o Ceará, França e Alemanha. A obra explora a diáspora do sertanejo e a resistência cultural em diferentes contextos.
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Sonhário, 2022 e Áurea, 2019: Concha de Sonhos e Resistência
Sonhário, 2022: Um Abraço Aquático
A videoinstalação "Sonhário" nos envolve em uma concha gigante que embala sonhos aquáticos e seres híbridos. Uma obra que convida à introspecção e à fabulação sobre as possibilidades do imaginário.
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Aurea, 2019: O Verde que Resiste
"Aurea" é uma videoperformance tocante em homenagem à avó da artista. Entre ruínas que evocam a passagem do tempo, o verde da natureza insiste em resistir, simbolizando a força da vida e da memória.
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Ana Cristina Mendes | Portfólio
• Artista visual | Poéticas do corpo e da paisagem
• Conexões sensoriais, afetivas e ancestrais
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